M.M e Crianças

Secretária Rubenita Aragão

rubenita-aragaoRubenita de Oliveira Xavier Aragão, formada em Licenciatura em Educação Religiosa, pelo SALT-IAENE. Tem como um grande privilégio ter auxiliado o esposo em alguns distritos da Missão Maranhense nos anos de 1993-1997. Em 1998 trabalhou na área de Recursos Humanos no Hospital Adventista de Manaus. Em 1999 trabalhou como Professora de Ensino Religioso no IAM (Manaus), 2000 a 2004 nasceu o filho – dedicou-se exclusivamente a educação dele. 2005 e 2006atuou como professora e capelã da Escola Adventista da Marambaia. Em 2007 e 2008 secretária do Ministério Jovem, Ministérios da Mulher , da Criança e AFAM da União Norte Brasileira.

É um privilégio imenso receber o chamado de Deus para liderar mulheres valorosas na Associação Baixo Amazonas,
e conduzir pequenos cordeirinhos nos caminhos do Senhor. Amo trabalhar com as crianças da minha igreja.É muito gratificante.


Objetivo
atender Mulheres e Crianças, juvenis e adolescentes da igreja, motivando-os a se entregarem ao Senhor e se integrarem no Seu serviço.

Missão

Este Departamento tem por missão Inspirar as mulheres a alcançarem seu pleno potencial em Cristo; capacitando-as a aprofundarem sua vida espiritual, a colocarem sua fé em ação ao empregarem seus dons a Seu serviço, tornando assim parte significativa na pregação do evangelho e no apressamento da volta de Cristo.

Propósito

O propósito é enaltecer, encorajar e desafiar as mulheres adventistas em sua peregrinação como discípulas de Jesus e membros de Sua igreja mundial. Ministrar com amor e compaixão as necessidades espirituais, físicas, mentais e sociais de mulheres, homens e crianças mostrando o amor de Deus pela raça humana.

Visão

Visualizamos o poder de Jesus Cristo capacitando as mulheres a descobrirem e empregarem seus dons e a sua liderança no lar, na igreja e na comunidade. Enriquecer e capacitar cada mulher a perceber seu valor como ser humano em Cristo e seu papel na igreja e sociedade.

MINISTÉRIOS DA MULHER – ABA

CALENDÁRIO – 2º SEMESTRE DE 2009

AGOSTO

Continuar incentivando:Devoção Pessoal/Oração Intercessória

Grupo de Oração Permanente (Semanal)

Planejamento do Evangelismo de Outubro

Preparar Recepção especial  para o Dia dos Pais

4º Sábado – Dia de Prevenção Contra o Abuso e Violência

22 de agosto – Passeata – Quebrando o Silêncio (Aldeia Cabana)

Reunião Equipe de Recepção

SETEMBRO

Preparativos finais para o Evangelismo de outubro

Reforçar a Oração Intercessória preparando para o Evangelismo(duplas)

Recepção especial para o Batismo da Primavera

Organizar Recepção especial para o Evangelismo

Promover o Curso de Diaconisa (20/09)

Reunião Equipe Recepção

OUTUBRO

Envio do Relatório – 3º Trimestre

Evangelismo Público ou Micro Séries

Organizar Batismo

Motivar Grupos de Oração Permanente

Reunião Equipe Recepção

NOVEMBRO

Culto de Ação de Graças

Curso de Arranjos Florais (Diaconisas)

Reunião Equipe de Recepção

DEZEMBRO

Premiação Projeto MEL

Entrega Selo de Excelência (Recepção)

Reunião da Equipe de Recepção

Sermão ou Seminário sugestivo para o Sábado Receptivo.

(Denise M. Lopes)

Textos Bíblicos:Tendo eles chegado a Jerusalém, foram bem recebidos pela igreja”…        Atos 15:4

“ Levantou ele os olhos, olhou, e eis três homens de pé em frente dele. Vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro, prostrou-se em terra e disse: Senhor, meu, se acho mercê em tua presença, rogo-te que não passes do teu servo…” Gen. 18:2-3

  1. I. Introdução:

Imaginemos a situação. A meteorologia desta vez não erra. O dia amanhece sem nuvens e você precisa se apressar ganhando tempo contra a temperatura que logo atingirá 40 graus.  Dois amigos o acompanharão nesta trajetória pelo deserto que será feita a pé com um objetivo real, na verdade, um caso de vida ou morte a ser resolvido.

Depois de caminhar cinco a seis horas, no maior calor do dia, cansados, com fome e muita sede, vocês encontram um homem cuja aparência impressiona, mas, sobretudo sua amabilidade os comove.  Um verdadeiro “gentleman” no meio do deserto. Seria uma miragem?  Ele mostra a direção da casa, oferece descanso, alimento e água para refrescar o corpo. E o melhor… tudo de graça  sem segundas intenções. Impossível? Não, de maneira alguma, pois o distinto cavalheiro é nada mais nada menos que o grande Abraão.

  1. II. Abraão o pai da fé e da hospitalidade.

Embora tenha colocado você no meio desta história ela não é fictícia, pois está relatada na Bíblia.

Leiamos  Gen: 18:1-9.

Abraão sempre é lembrado como o grande herói da fé, mas aqui encontramos outra qualidade pouco explorada deste patriarca. Mais do que o poder de intercessão e do juízo de Deus sobre os ímpios, encontramos uma lição de hospitalidade, de cordialidade e de receptividade que deveria reger a vida dos membros e da igreja de Cristo Jesus, principalmente nestes últimos dias.

Abraão, um homem abençoado por Deus, possuía sabedoria para administrar seus negócios sendo bem sucedido materialmente, porém sua natureza simpática e bondosa, fruto da sua intimidade com o Pai, facilitara e ampliara sua influência do contrário, não teria sido tão respeitado tanto por servos como por príncipes. Sem dúvida alguma você se sentiria ligado a ele, motivado a reencontrá-lo. Teria sido um fiel cliente e amigo da tenda de Abraão.

A tenda de Abraão deve servir de exemplo para a igreja no que diz respeito a receptividade e hospitalidade. Vejamos alguns pequenos detalhes.

1.  Encontramos o patriarca a porta da tenda. E ao que tudo indica atento aos que passavam pelo caminho. Ele sabia do calor do deserto e a necessidade do viajante de encontrar um refúgio, abrigo, um lugar para renovar as forças. Por isso sua atenção era voltada não apenas para os que compartilhavam do mesmo teto, mas também para com os que passavam pela estrada.

  1. Abraão foi ao encontro dos viajores. É dele a iniciativa de estender a mão, de dar a primeira palavra, de oferecer calor humano e prontidão para atender as necessidades. Mais do isso estava pronto para oferecer muito além do que imaginavam, indo a frente, pensando antecipadamente.
  2. Abraão não trabalho sozinho. Tinha servos a sua disposição. Mobilizou os demais no atendimento. Dividiu a responsabilidade do receber delegando uma tarefa específica para seus servos e família a fim de que cada parte importante do bom atendimento, da boa receptividade fosse devidamente realizada e os visitantes atendidos de forma encantadora.

Se tão somente seguíssemos o exemplo de Abraão, teríamos amigos e membros como fieis amigos da casa de Deus e uma equipe amorosa e competente atuando.

  1. III. Contexto atual

Muitas empresas hoje descobriram, mesmo sem conhecer a história do patriarca da fé e da hospitalidade, que a arte de receber bem e ser  simpático é um meio de conquistar novos clientes, manter os que já possuem e assim ser  mais que um sobrevivente neste  mundo competitivo.

O grande avanço da ciência e tecnologia nos últimos anos e a comunicação aberta pelos satélites, abriu novos horizontes, redescobriu antigas verdades e propiciou ao homem em qualquer lugar do mundo, a vivência de um fato a longa distância.

Fatos que acontecem do outro lado do planeta podem ser visualizados instantaneamente. Ex: A Guerra do Irã e Iraque em 1991 onde se podia ver os bombardeamentos. As torres gêmeas em 2001 deste o impacto até suas queda e, mais recentemente, a grande esperança para o tempo da crise, a posse de Baraka Obama.

Vivemos em um mundo sem fronteiras, de portas e janelas abertas. Ao mesmo tempo em que o homem pode conquistar novos espaços e caminhos, estar ciente de todos os acontecimentos, também tornou-se mais vulnerável, mais influenciável pelo que pode ver através desta janela universal da globalização.

Outro ponto importante da globalização diz respeito a economia. As perdas ou ganhos nas bolsas de valores dos grandes centros comerciais afetam a economia do mundo inteiro. E atualmente entendemos muito bem isso. Estamos passando uma crise financeira mundial onde todos necessitam da elaboração de estratégias a fim de diminuir  a recessão e voltar a aquecer o mercado. Mas dentre as muitas conseqüências observáveis da globalização sobre a economia está o efeito da competição.

Desde a entrada do pecado, o homem sempre foi competitivo. Caim e Abel podem ser um triste exemplo do que a competição pode fazer com um homem cujo coração não é consagrado. Porém hoje a competição é mais acirrada e crescente, pois deixou de ser local para ser global.

Em função disto, os produtos estão cada vez mais parecidos. Há uma frenética corrida para conquistar nosso gosto, nossas preferências, nosso bolso. Pior que isto é a competição em conquistar a mente e o coração dos indivíduos. E aqui é que mora o perigo.

Nunca o homem ficou tão exposto às novas filosofias e ao conhecimento de várias idéias a cerca da vida, da morte, sobre Deus e deuses. Nunca se viu uma variedade tão grande de seitas e religiões e todas, querendo conquistar a mente e o coração dos indivíduos, tornando-os como que clientes permanentes de sua filosofia e crença. Não podemos negar que vivemos, infelizmente, uma concorrência de religiões. Uma concorrência perigosa, onde o falsificado tem tomado o lugar do verdadeiro, e o adulterado é apresentado e vendido como ouro e o legítimo como inacessível.

O que isto tem a haver conosco como igreja?

  1. IV. Aplicação

Gostaria que você pensasse por um momento na igreja como sendo uma empresa. Não uma empresa comum, mas como a “empresa do Senhor”  e isto é razão suficiente para olhá-la de forma diferenciada, bem como aos  clientes desta empresa.

Clientes? Sim. Os clientes do Senhor. E quem seriam eles? A Bíblia deixa claro que o sacrifício de Cristo foi em favor de toda a raça humana e que a Ele pertence toda a Terra e tudo o que nela habita.

Leiamos Salmo 24:1

Agora S. Jo 3:16

Portanto, todos ser humano é candidato a ser cliente desta Empresa do Senhor. E o Dono desta empresa conta conosco para que estes, deixem de ser candidatos e passem  a ser efetivos, pois ordenou “ide por todo o Mundo e pregai o evangelho A toda raça, tribo e nação” e Ele completa depois dizendo que devemos batizar e ensinar.

Nossa parte é mais do que pregar o evangelho.  Nossa parte consiste em viver este evangelho preparando o terreno para a sua propagação. E é neste preparo que precisamos focar um pouco mais nossa atenção.

Hoje, as empresas aprenderam que, devido a concorrência, o cliente se tornou exigente, portanto é mais difícil de conquistá-lo, mas sobretudo mantê-lo.  Algum tempo atrás, os 3 Bs: bom, bonito e barato, eram suficientes para  adquirir e manter uma boa clientela. No momento, poderíamos dizer que há uma significação maior: 4Bs, (bom, bonito, barato, bom atendimento). Os serviços prestados pela empresa, principalmente o atendimento, passaram a ser tão importantes quanto o seu produto.  Em pesquisa realizada para saber o principal motivo de clientes não retornarem a um estabelecimento comercial, contatou-se que:

1% havia morrido

3% mudaram-se

5% preferiram outro produto

14 % tinham problemas específicos

68% sentiram que a companhia não tinha interesse neles

Eles queriam “algo mais”, na verdade, queriam mesmo é deixar de ser “algo” para ser gente, pessoa.  E este atendimento medíocre tem levado empresas a falência.

Fazendo um paralelo com a “empresa do Senhor”, poderíamos afirmar que as igrejas que utilizam de um atendimento fantástico, (amabilidade, hospitalidade cristã) contribuirão de forma mais eficaz para o seu crescimento espiritual, fraternal e material. Em contra partida as que fazem uso de um atendimento medíocre, ou seja mediado, definharão porque perderão membros e interessados trazendo prejuízos espirituais, fraternais e materiais, levando-as a falência. Falência? Sim. Conheço igrejas que passaram um ano inteiro sem levar uma pessoa a Cristo e ainda perderam “clientes” por morte natural e  espiritual. Outras igrejas trouxeram muitos “novos clientes”, porém não conseguiram mantê-los, desapareceram. É bem verdade que não podemos desconhecer a falta de preparo adequado em alguns casos, porém a grande maioria deixa a igreja não por falta de conhecimento, mas por falta de amor.  O que nos leva a compreender algo muito importante sobre a hospitalidade. É preciso atender bem sempre.

Isto demanda um constante preparo da igreja como um todo, um envolvimento total dos membros  e não apenas da equipe da recepção. Um discipulado atuante em palavras mas, sobretudo em ações.

No mercado, a identidade de uma empresa é feita principalmente pelo produto que ela vende e os serviços que ela presta. Dentre os serviços, o grande destaque está na questão do atendimento. A  “empresa do Senhor” também tem um produto, o evangelho eterno. Não temos dúvida quanto o seu valor, pois o proclamamos como um produto puro, não adulterado, não falsificado, mas de primeira linha. Também sabemos que este produto é de “graça” por meio do sangue de Cristo Jesus, porém alguns o tomam como caro devido às abnegações que as vezes são necessárias fazer para usufruí-lo verdadeiramente. Mas querida igreja, convenhamos: o nosso problema não está no produto, está nos serviços.

O serviço é o papel de presente que envolve o produto podendo valorizá-lo ou desvalorizá-lo. Ex: Uma aliança de ouro embrulhada num papel de jornal.

É por isso que a “Empresa do Senhor” precisa cuidar do Servir e isso significa mais que saber conjugar o verbo. Ela precisa aprender o que isto significa através da vida de Jesus e do exemplo de Abraão para que possa ser, entender para poder viver.

É interessante notar que as empresas reconhecem três razões específicas para servir bem: a razão material, no caso a busca por um lucro maior; a intelectual, pois atendimento eficaz exige qualificação do pessoal; e a espiritual, pois acreditam que o serviço é o canal de ligação entre o homem e o Divino quando leva o ser humano a pensar no outro.

Na empresa do Senhor, a igreja, as razões para servir são inúmeras e deveriam ser espontâneas. Não é estranho termos que solicitar aos membros que, por gentileza, cumprimentem os amigos que chegam a cada reunião?  que precisamos realizar treinamentos para receber os clientes do Senhor com eficácia?  Falta-nos uma ligação maior com o Divino assim como Abraão tinha e um relacionamento com Aquele que veio para servir e não ser servido e então cumprir a ordem “assim como Eu vos fiz façais vós também.” No entanto enquanto este reavivamento não ocorre, precisamos dos treinamentos para qualificar recepcionistas, precisamos de mais sermões para sensibilizar a igreja, pois a concorrência espiritual continuará grande e a necessidade de afeto no coração humano será cada vez mais profunda.

Kall Albrecht, futurista, pensador, palestrante e escritor de vários livros incluindo “Revolução nos Serviços” afirma que: “Qualquer episódio no qual o cliente entra em contato com algum aspecto da organização e obtém uma impressão de seu serviço, está construindo um “momento da verdade”.

Podemos concluir que cada momento que uma pessoa vivencia aqui na “empresa do Senhor” estará não apenas ouvindo a verdade bíblica, mas estará construindo um momento da verdade que construirá a imagem desta igreja e, mais do que isto, a imagem do Deus que esta igreja adora. Isto é muito sério, pois não são apenas os primeiros contatos efetuados na recepção que são importantes, mas todos. Isto inclui o que ele vê, o que ouve, o que sente em toda nossa liturgia, mas sobretudo no nosso comportamento. Na realidade, todos, membros, líderes, a atuação de cada departamento sendo boa ou má estará ajudando este indivíduo a construir a imagem desta igreja através deste momentos da verdade.

Diz-se que choque térmico faz mal. Que o trânsito entre um ambiente quente para um frio pode até produzir paralisia.  É verdade. Temos visto muitos sofrerem deste mal na “empresa do Senhor”, pois o choque entre o calor recebido na recepção e a frieza de muitos irmãos para dentro da nave da igreja é algo significativo. Que “momentos da verdade” alguém poderá construir desta maneira?  Penso que não poderá construir nada, pois ficará confusa. Afinal, em qual momento acreditar: o da recepção calorosa à porta ou o do convívio indiferente para dentro das portas.

É preciso que a igreja compreenda que cada membro é um embaixador, um relações públicas da igreja, é um “vendedor ativo” do produto, o evangelho.   Não basta não desencantar, ser normal. É preciso exceder, extrapolar, encantar. É preciso atender bem para conservar sempre. É preciso que aqueles que chegam a empresa do Senhor saia encantados com o que vêem , ouvem e sentem.

Jesus atraía a si as pessoas não apenas porque podia operar milagres, mas porque seu amor e simpatia eram como um poderoso imã que atraia as pessoas a si e conseqüentemente ao Pai.

Ellen White afirma: “Pesadas responsabilidades repousam sobre todos (não apenas recepcionista) os que receberam a mensagem para este tempo. Devem exercer uma influência que atraia a outros para a luz da Palavra de Deus. … Nós somos guardadores de nosso irmão. …” (MM, 1975, pág 162).  E ainda: “Perdemos muito, em nossas relações como cristãos, devido à falta de simpatia de uns para com os outros. Aquele que se fecha consigo mesmo, não está preenchendo o lugar a que o Senhor o designou. O devido cultivo dos traços sociais de nossa natureza, leva-nos a ter simpatia pelos outros, sendo um meio de nos desenvolver e tornar mais fortes para o serviço de Deus.” (CC. pág.101)

É preciso uma mudança de comportamento na igreja. Porém ela só será possível se cada membro se conscientizar da sua responsabilidade e passar a mudar suas atitudes.  As atitudes à porta são importantíssimas, mas não bastam. Cada “cliente do Senhor” precisa sair encantado da “Sua empresa” e isto não  faz com atendimento mediano.

Os 7 pecados do atendimento são:

  1. Apatia
  2. Má vontade
  3. Frieza
  4. Desdem
  5. Robotismo
  6. Demasiado apego as normas
  7. Jogo de responsabilidade

Leiamos agora Apocalipse 3:17

Percebem como existe uma relação entre as atitudes do mal atendimento com o “rico sou e nada tenho falta”? Seria uma simples coincidência? Não. A essência egoísta permeia tanto um quanto o outro.

Cada um de  nós é um elo da corrente e tem o poder de unir ou de romper. Veja o que você pode fazer para não ser o elo fraco ou ser dirigido pelo espírito egoísta.

Vídeo Igreja Receptiva

“O espírito de Jesus deve penetrar na alma do obreiro, são as palavras agradáveis, de simpatia, a manifestação de desinteressado amor pelas almas deles, que derribam as barreiras do orgulho e do egoísmo e mostram aos incrédulos que possuímos o amor de Cristo; e então a verdade encontrará acesso ao coração.” Evang. Pg. 636

Testemunho no Vídeo.

Não é interessante observar como a amabilidade pode remover preconceitos e ser fator preponderante para a tomada de decisão de muitas pessoas ao lado de Cristo?

“O Senhor quer que os homens esqueçam de si mesmos no esforço de salvar almas…Deus não coopera com um homem áspero, obstinado, destituído de amor. Os obreiros… devem pôr em seus esforços a bondade e a beneficência e o amor de Cristo”. Evang.629

“Cultivemos a cortesia, o refinamento, a polidez cristã. Guardai-vos de ser abruptos e grosseiros. Não considerais tais peculiaridades como virtudes; pois Deus não as olha como tais. Esforçai-vos por não ofender quem quer que seja desnecessariamente”. Evang. 637

  1. V. Conclusão

De que lado, nossa igreja está? Encontramo-nos ao lado do Dono da Empresa do Senhor” ou da concorrência? Lembremo-nos de que “aquele que não ajunta, espalha”.

Sem esperar que pedissem qualquer favor, Abraão levantou-se rápido e, quando aparentemente estavam para tomar outra direção, foi apressado após eles, e com cortesia insistiu que os honrassem, detendo-se para uma merenda.  … Este ato de cortesia Deus considerou de importância suficiente para registrar-se em sua Palavra; e mil anos mais tarde, foi-lhe feita referência por um apóstolo inspirado: “Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo hospedaram anjos”.  PF 134

Que tal, vamos mudar a situação? Vamos transformar nossa igreja na tenda de Abraão? Vamos considerá-la devidamente como a Empresa do Senhor?

É mais tarde do que imaginamos e precisamos ser conhecidos não apenas como a Igreja que guarda o sábado, mas como a “igreja do amor”.   Há um hino que diz: Se não queres amar, tu não deves orar, pois , a melhor oração é o amor”. O Senhor hoje nos chama a sermos a extensão dos Seus braços e o sorriso do Seu coração aqui na terra. E se isso acontecer, poderemos ver a sua e a minha igreja com seguinte registro nos livros do Céu:

Tendo eles chegado a Jerusalém, (substitua pelo nome da sua cidade) foram bem recebidos pela igreja”…        Atos 15:4

“Tendo nós chegado em Jerusalém (substitua pelo nome da sua igreja) os irmãos nos receberam com alegria”.

Que o Espírito do Senhor nos motive, nos ensine e nos conduza a tornar isto uma realidade. Amém.

sermão recepção nota 10

Ana Carolina Melo

Introdução: (Contar uma história de uma pessoa que foi mal recebida na igreja e fechou as portas do coração para o evangelho).

1-      Jesus está preparando uma recepção para você

a)      Onde será? (João 14: 1- 3) Jesus está preparando um lugar especial, moradas, para você viver com Ele lá no Céu, porque quando Jesus recebe você, Ele não fica olhando pro relógio não. Ele não Se preocupa com a hora, pois Ele terá toda a eternidade pra estar com você. Que Anfitrião!!

b)      Como será? (Luc. 22: 16) Jesus preparou uma Ceia, e está só lhe esperando para comer com você. Ele oferece o melhor para você, “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (I Cor. 2: 9).

c)       Com quem você estará? (Ap. 21: 3) O próprio Deus faz questão de estar com você. O Senhor não vai deixar você sentado esperando enquanto Ele termina de preparar tudo, ou faz outra coisa, porque pra Ele, por mais incrível que pareça, o mais importante é estar com VOCÊ. Não é maravilhoso?

2-      Você deve recepcionar seu próximo

a)      Por que recepcionar seu próximo?

- Porque Jesus pediu (Mat. 10: 41 e 42).

- Porque se não perderá uma bênção (Mat. 25: 41- 46; 10: 14).

- Porque poderá ser um anjo (Heb. 13: 2).

b)      Como recepcionar seu próximo?

Na história de Abraão, relatada em Gên. 18: 1- 14, encontramos elementos de uma excelente recepção. Vamos ver?

Como Encontrar a Visita?

18: 2 “Vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro” – Atenção, iniciativa, tratamento igualitário (sem acepção de pessoas porque correu sem saber quem era)

18: 3 “Senhor meu,” – Humildade, respeito

18: 3 “se acho mercê em Tua presença, rogo-Te que não passes do Teu servo” – Acolhimento com amor (mostrar que você faz questão da presença do amigo). Dica: falar o nome dos amigos visitantes da plataforma nas boas-vindas.

Como Cuidar da Visita?

18: 3 “Teu servo” – Serviço, solicitude

18: 4 “Traga-se um pouco de água, lavai os pés e repousai debaixo desta árvore” – Reconhecimento das necessidades do amigo (conscientes e inconscientes, ou seja, as necessidades que o amigo sabe que tem, como: amizade, atenção, alimento, roupa, amor, e as que ele não sabe que tem, e às vezes nem está procurando, como: Jesus, salvação)

18: 5 “trarei um bocado de pão; refazei as vossas forças, visto que chegastes até vosso servo; depois, seguireis avante” – Certificar-se de que a visita foi embora só depois de ter suas necessidades supridas. O cuidado pelo próximo extrapola os limites da igreja. Precisamos recebê-los da melhor forma em nossa própria casa e, com alegria devemos visitá-los, procurando suprir suas necessidades (ex.: as pessoas precisam de oração, orientação com relação à saúde, roupas, alimentos, e podemos mobilizar a irmandade da igreja para ajudá-los).

18: 6 “Apressou-se” – Eficiência

18: 6 “Abraão para a tenda de Sara e lhe disse: ‘Amassa depressa 3 medidas de flor de farinha e faze pão assado ao borralho” – Liderança e envolvimento de outros no que se refere à recepção nota dez

18: 7 “Abraão, por sua vez, correu ao gado, tomou um novilho, tenro e bom, e deu-o ao criado” – Atitude (não só falar, fazer)

18: 7 “ao criado, que se apressou em prepará-lo” – Distribuição, delegação de tarefas (cada um tem sua parte a desempenhar, de acordo com seu dom). Sabemos que repousa sobre o ministério da recepção uma responsabilidade muito grande, no entanto, precisa ficar claro que receber bem e fazer o melhor pelo próximo é algo que Deus espera de todos na igreja, inclusive de você.

18: 8 “Tomou também coalhada e leite e o novilho que mandara preparar” – Dar do melhor que se tem. Há algum tempo, visitando a igreja Adventista do Morumbi, em São Paulo, fiquei surpresa ao ver a esposa do pastor entrando em uma sala para pegar um copo de suco de uva a fim de dar a alguém que estava na igreja. Ela não deu simplesmente um copo de água, o que já teria sido muito bom, mas ela deu o melhor.

18: 8 “e pôs tudo diante deles” – Não forçar, mas oferecer, disponibilizar. Respeitar o livre-arbítrio, a liberdade, a situação e o tempo de que o amigo precisa para assimilar as novidades, ou seja, não posso exigir que ele mude sua vida de uma hora para outra, que viva como eu, usando roupas que eu julgo próprias, se ele está apenas começando.

18: 8 “e permaneceu de pé junto a eles debaixo da árvore” – Dar preferência ao conforto dos amigos e fazer companhia a eles. Quantas vezes vemos muitos amigos em pé na igreja e nós estamos confortavelmente sentados em nossos bancos, não é mesmo?

Seremos Recompensados

18: 10 “Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz um filho” – Bênçãos certas como recompensa do Senhor

18: 14 – “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?”- Deus pode ajudar vocês a terem uma recepção nota dez. Ele pode ajudar a igreja de vocês a ser receptiva, hospitaleira. Ele pode ajudar você a ser hospitaleiro em seu lar com sua própria família e com todos os outros que passarem por você. O Senhor vai derramar as bênçãos que vocês tanto almejam ao vocês abençoarem outros com a hospitalidade.

3-      Você deve recepcionar Jesus

a)      Em seu coração hoje (Ap. 3: 20)

Além de saber muito bem como recepcionar, Jesus também sabe entrar, e neste dia Ele bate na porta do seu coração e chama por seu nome. Não quer você convidá-Lo para entrar em sua vida?

b)      Cada dia pela manhã (Sal. 5: 3)

O Senhor te convida a estar com Ele de uma forma muito especial na primeira hora de cada dia, portanto não deixe de fazer sua jornada espiritual, só assim você terá o brilho de Cristo em seu rosto.

c)       Em Sua Segunda Vinda (Ap. 21: 2, 3; 22: 7)

Sobretudo devemos preparar o nosso ser para a Segunda Vinda de Jesus. Somente os que estiverem debaixo da Sua graça terão o privilégio de recepcioná-Lo sem que sejam fulminados pelo Seu resplendor.

Apelo:

Queridos irmãos, pudemos perceber que a recepção é mais do que um ato de bondade, é um estilo de vida. Depois que somos atraídos a Jesus, Seu amor enche a nossa vida, e então passamos a atrair outros. Deseja você ser verdadeiramente um instrumento nas mãos de Deus para atrair outros a Jesus?

Uma resposta

  1. Olá irmã Rubenita, sou líder do MM em minha igreja do zerão em macapá, gostaria de saber detalhes do culto de ação de graças como a data, o sermão, o programa, assim como também do sábado receptivo.Gostaria de organizar tudo com tranquilidade, até agora não nos foi repassado nada.
    Um abraço, e que a paz do Senhor Deus esteja com você.

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